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A Arte de Compor Realidades: Pensar e agir com inteligência no mundo contemporâneo
Coles
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A Arte de Compor Realidades: Pensar e agir com inteligência no mundo contemporâneo in Ottawa, ON
By None
Current price: $10.86


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O autor questiona se a tecnologia serve ao ser humano ou se é o contrário e também destaca que a coisificação das relações humanas é uma limitação ao aprendizado de si mesmo, dos outros e da relação com o mundo. Ele enfatiza que embora os cientistas usem a metodologia experimental para arbitrar e regular o mundo, eles precisam interpretar de forma humana e relacional, já que os dados antes inertes passam a ter vida e interagir com outros dados, tendo voz própria na imaginação dos cientistas. O autor alerta para o desafio que surge quando nossa imaginação precisa humanizar ferramentas que têm por funcionamento justamente humanizar uma base de dados e como o pensamento contemporâneo está imerso em inteligências artificiais, em relação à nossa própria inteligência. Ele também destaca que é nova a experiência de nos sentirmos ameaçados por uma criação de nós mesmos, questionando se sabemos distinguir o que é a nossa imaginação, da produção de um estímulo por um sistema artificial de realidades estendidas e nem sabemos muitas vezes discernir a nossa inteligência da suposta inteligência de um sistema combinatório.
A seguir o autor desenvolve metodologias usando as representações mentais das pessoas, através de estudos de casos e diagramas.
O autor questiona se a tecnologia serve ao ser humano ou se é o contrário e também destaca que a coisificação das relações humanas é uma limitação ao aprendizado de si mesmo, dos outros e da relação com o mundo. Ele enfatiza que embora os cientistas usem a metodologia experimental para arbitrar e regular o mundo, eles precisam interpretar de forma humana e relacional, já que os dados antes inertes passam a ter vida e interagir com outros dados, tendo voz própria na imaginação dos cientistas. O autor alerta para o desafio que surge quando nossa imaginação precisa humanizar ferramentas que têm por funcionamento justamente humanizar uma base de dados e como o pensamento contemporâneo está imerso em inteligências artificiais, em relação à nossa própria inteligência. Ele também destaca que é nova a experiência de nos sentirmos ameaçados por uma criação de nós mesmos, questionando se sabemos distinguir o que é a nossa imaginação, da produção de um estímulo por um sistema artificial de realidades estendidas e nem sabemos muitas vezes discernir a nossa inteligência da suposta inteligência de um sistema combinatório.
A seguir o autor desenvolve metodologias usando as representações mentais das pessoas, através de estudos de casos e diagramas.

















