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A Biopolítica da Beleza: Cidadania Cosmética e Capital Afetivo no Brasil
Coles
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A Biopolítica da Beleza: Cidadania Cosmética e Capital Afetivo no Brasil in Ottawa, ON
By None
Current price: $18.87


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A obra examina como a beleza se tornou um objetivo da saúde nacional no Brasil. A partir de trabalho de campo etnográfico realizado em hospitais brasileiros, a pesquisa mostra como cirurgiões plásticos e pacientes navegam no sistema público de saúde, transformando a beleza em um direito básico à saúde. O livro reconstitui a história dessa preocupação nacional desde o projeto de embranquecimento da nação, no início do século XX, que estabeleceu a beleza como um índice de aperfeiçoamento racial, até o período dos anos de 1960 aos dias atuais, quando os cirurgiões plásticos tornam-se os principais proponentes de uma raciologia da beleza, usando-a para ganhar o apoio do Estado brasileiro. A beleza pode ser entendida como uma forma imaterial de valor, chamada por Jarrín de "capital afetivo", que mapeia e intensifica as hierarquias da sociedade. Os pacientes experimentam a beleza como central para o pertencimento nacional e para as aspirações de gênero e de mobilidade social, e ficam enredados em racionalidades biopolíticas que comprometem sua capacidade de consentir com os riscos da cirurgia. A obra explora não apenas o regime biopolítico que fez da beleza um projeto nacional desejável, mas também as maneiras sutis em que a beleza é carregada de valor afetivo nas práticas sociais cotidianas - tornando-se assim o terreno sobre o qual as hierarquias de raça, classe e gênero são reproduzidas e contestadas no Brasil.
A obra examina como a beleza se tornou um objetivo da saúde nacional no Brasil. A partir de trabalho de campo etnográfico realizado em hospitais brasileiros, a pesquisa mostra como cirurgiões plásticos e pacientes navegam no sistema público de saúde, transformando a beleza em um direito básico à saúde. O livro reconstitui a história dessa preocupação nacional desde o projeto de embranquecimento da nação, no início do século XX, que estabeleceu a beleza como um índice de aperfeiçoamento racial, até o período dos anos de 1960 aos dias atuais, quando os cirurgiões plásticos tornam-se os principais proponentes de uma raciologia da beleza, usando-a para ganhar o apoio do Estado brasileiro. A beleza pode ser entendida como uma forma imaterial de valor, chamada por Jarrín de "capital afetivo", que mapeia e intensifica as hierarquias da sociedade. Os pacientes experimentam a beleza como central para o pertencimento nacional e para as aspirações de gênero e de mobilidade social, e ficam enredados em racionalidades biopolíticas que comprometem sua capacidade de consentir com os riscos da cirurgia. A obra explora não apenas o regime biopolítico que fez da beleza um projeto nacional desejável, mas também as maneiras sutis em que a beleza é carregada de valor afetivo nas práticas sociais cotidianas - tornando-se assim o terreno sobre o qual as hierarquias de raça, classe e gênero são reproduzidas e contestadas no Brasil.

















