
Give the Gift of Choice!
Too many options? Treat your friends and family to their favourite stores with a Bayshore Shopping Centre gift card, redeemable at participating retailers throughout the centre. Click below to purchase yours today!Purchase HereHome
A capacidade cognitiva da linha em Galileu, Hobbes e Hooke
Coles
Loading Inventory...
A capacidade cognitiva da linha em Galileu, Hobbes e Hooke in Ottawa, ON
By None
Current price: $4.82


By None
A capacidade cognitiva da linha em Galileu, Hobbes e Hooke in Ottawa, ON
Current price: $4.82
Loading Inventory...
Size: Kobo eBook
*Product information may vary - to confirm product availability, pricing, shipping and return information please contact Coles
Neste ensaio de Bredekamp, a visualidade e os processos da imaginação gráfica, em especial o desenho, constituem um paradigma do pensamento científico e filosófico. Os casos de Galileu, Hobbes e Hooke permitem verificar como o exercício visual do desenho se adequa ao princípio da descoberta, ao abrir e considerar novos domínios de observação. A sua relação com novos meios de visualização, como o telescóspio ou o microscópio, garante a possibilidade analógica de traduzir e de revelar as formas e as forças que se ocultam na natureza ou na sociedade.
Com a prática do desenho, Galileu, Hobbes e Hooke souberam articular as premissas de uma antiga dicotomia existente entre observação empírica e criação, entre a abstração e visualidade ou, ainda, entre intuição e pensamento.
Neste sentido, a aptidão para investigar e pensar decorrem de uma singular capacidade expressiva e artística que se autonomiza em processos e provas de conhecimento. A capacidade cognitiva da linha infere assim uma nova disposição do desenho e uma consequente vontade de pensar o invisível mundo da natureza e do homem.
Neste ensaio de Bredekamp, a visualidade e os processos da imaginação gráfica, em especial o desenho, constituem um paradigma do pensamento científico e filosófico. Os casos de Galileu, Hobbes e Hooke permitem verificar como o exercício visual do desenho se adequa ao princípio da descoberta, ao abrir e considerar novos domínios de observação. A sua relação com novos meios de visualização, como o telescóspio ou o microscópio, garante a possibilidade analógica de traduzir e de revelar as formas e as forças que se ocultam na natureza ou na sociedade.
Com a prática do desenho, Galileu, Hobbes e Hooke souberam articular as premissas de uma antiga dicotomia existente entre observação empírica e criação, entre a abstração e visualidade ou, ainda, entre intuição e pensamento.
Neste sentido, a aptidão para investigar e pensar decorrem de uma singular capacidade expressiva e artística que se autonomiza em processos e provas de conhecimento. A capacidade cognitiva da linha infere assim uma nova disposição do desenho e uma consequente vontade de pensar o invisível mundo da natureza e do homem.

















