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A Culpa do Homem Branco
Coles
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A Culpa do Homem Branco in Ottawa, ON
By None
Current price: $16.99


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Uma resposta aos que querem envenenar os manuais escolares dos nossos filhos e assombrar a memória colectiva reduzindo os Descobrimentos e o Império Colonial a episódios sangrentos ou iníquos.
Em Dezembro de 2023, de passagem por Lisboa, o historiador britânico Simon Sebag Montefiore disse que há muita gente a querer envenenar a História, a ir ao passado à procura de crimes e a olhar para esse passado pelos padrões de hoje. Montefiore tem razão. Contudo, ter-lhe-á faltado dizer que a gente a que se refere não se limita a olhar erradamente para o passado, quer, também, construir uma narrativa que condicione o futuro. E tem geralmente duas formas de o fazer. A primeira, é através do debate e do esforço para influenciar a opinião pública; a segunda, mais insidiosa e difícil de contrariar, é através do ensino de crianças e adolescentes. Num caso ou no outro, essas pessoas tentam, aqui em Portugal, impor uma memória negativa do que foram o império português e a acção do homem branco no mundo.
Este livro confronta directamente essa venenosa narrativa. Pergunta ao leitor se quer que a memória do nosso império fique reduzida a um sentimento de culpa e de vergonha, e tenta fornecer-lhe elementos e argumentos históricos para escapar a essa armadilha política e ideológica.
Uma resposta aos que querem envenenar os manuais escolares dos nossos filhos e assombrar a memória colectiva reduzindo os Descobrimentos e o Império Colonial a episódios sangrentos ou iníquos.
Em Dezembro de 2023, de passagem por Lisboa, o historiador britânico Simon Sebag Montefiore disse que há muita gente a querer envenenar a História, a ir ao passado à procura de crimes e a olhar para esse passado pelos padrões de hoje. Montefiore tem razão. Contudo, ter-lhe-á faltado dizer que a gente a que se refere não se limita a olhar erradamente para o passado, quer, também, construir uma narrativa que condicione o futuro. E tem geralmente duas formas de o fazer. A primeira, é através do debate e do esforço para influenciar a opinião pública; a segunda, mais insidiosa e difícil de contrariar, é através do ensino de crianças e adolescentes. Num caso ou no outro, essas pessoas tentam, aqui em Portugal, impor uma memória negativa do que foram o império português e a acção do homem branco no mundo.
Este livro confronta directamente essa venenosa narrativa. Pergunta ao leitor se quer que a memória do nosso império fique reduzida a um sentimento de culpa e de vergonha, e tenta fornecer-lhe elementos e argumentos históricos para escapar a essa armadilha política e ideológica.

















