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A cultura importa: fé e sentimento em um mundo sitiado
Coles
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A cultura importa: fé e sentimento em um mundo sitiado in Ottawa, ON
By None
Current price: $4.99


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O que é cultura? Por que devemos preservá-la? E como?
Em A cultura importa , Roger Scruton defende a cultura ocidental contra as críticas internas e os inimigos externos e argumenta que os rumores de sua queda são completamente exagerados, que suas raízes vão além de uma estrutura social que pode ser golpeada pela política e pelos costumes.
O autor mostra que cultura ocidental é uma fonte inesgotável de conhecimento moral e o sarcasmo em voga que a classifica como "nada mais que um legado inútil de homens brancos europeus" deve ser permanentemente refutado. Permeando as artes, a filosofia, entre outros itens constituintes de nossa cultura, defende o que T. S. Eliot chamou de "busca comum do verdadeiro julgamento" em contrapartida aos ataques dos novos acadêmicos.
Roger Scruton é insistente em seu apelo à nossa civilização, que, mais do que nunca, necessita de autoconhecimento e autoconfiança que somente a cultura tradicional pode oferecer, mostrando, em especial, que aquela liberdade e autonomia que tanto se busca com filosofias confusas e progressismos políticos atabalhoados, já foi alcançada com a clássica cultura ocidental.
O que é cultura? Por que devemos preservá-la? E como?
Em A cultura importa , Roger Scruton defende a cultura ocidental contra as críticas internas e os inimigos externos e argumenta que os rumores de sua queda são completamente exagerados, que suas raízes vão além de uma estrutura social que pode ser golpeada pela política e pelos costumes.
O autor mostra que cultura ocidental é uma fonte inesgotável de conhecimento moral e o sarcasmo em voga que a classifica como "nada mais que um legado inútil de homens brancos europeus" deve ser permanentemente refutado. Permeando as artes, a filosofia, entre outros itens constituintes de nossa cultura, defende o que T. S. Eliot chamou de "busca comum do verdadeiro julgamento" em contrapartida aos ataques dos novos acadêmicos.
Roger Scruton é insistente em seu apelo à nossa civilização, que, mais do que nunca, necessita de autoconhecimento e autoconfiança que somente a cultura tradicional pode oferecer, mostrando, em especial, que aquela liberdade e autonomia que tanto se busca com filosofias confusas e progressismos políticos atabalhoados, já foi alcançada com a clássica cultura ocidental.

















