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Além do Princípio do Prazer
Coles
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Além do Princípio do Prazer in Ottawa, ON
By None
Current price: $16.99


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Pela primeira vez, a pulsão de morte, num dos mais inspirados textos de Sigmund Freud Além do Princípio do Prazer é um dos trabalhos mais importantes de Sigmund Freud, sendo provavelmente a sua mais reconhecida revisão da teoria do instinto e um ponto de viragem na teoria psicanalítica. Até à sua publicação, em 1920, pensava-se que, no binómio prazer-dor, o indivíduo procurava evitar a dor e buscava o prazer. No entanto, Freud apercebeu-se da existência de instintos de morte (do ego), opostos aos instintos de vida (sexuais), levando-o a pensar que deveria haver algo mais, algo «para lá» do princípio do prazer, algo que, uma vez alcançado e ultrapassado o limite do prazer, desviava o aparelho psíquico para a instabilidade. Com esta nova teoria, a da pulsão de morte, ou seja, a do desejo, inerente ao ser humano, de redescobrir um estado inorgânico anterior à vida, Freud expande os limites da própria psicanálise ao postular, pela primeira, a existência de uma tendência destrutiva no ser humano.
Pela primeira vez, a pulsão de morte, num dos mais inspirados textos de Sigmund Freud Além do Princípio do Prazer é um dos trabalhos mais importantes de Sigmund Freud, sendo provavelmente a sua mais reconhecida revisão da teoria do instinto e um ponto de viragem na teoria psicanalítica. Até à sua publicação, em 1920, pensava-se que, no binómio prazer-dor, o indivíduo procurava evitar a dor e buscava o prazer. No entanto, Freud apercebeu-se da existência de instintos de morte (do ego), opostos aos instintos de vida (sexuais), levando-o a pensar que deveria haver algo mais, algo «para lá» do princípio do prazer, algo que, uma vez alcançado e ultrapassado o limite do prazer, desviava o aparelho psíquico para a instabilidade. Com esta nova teoria, a da pulsão de morte, ou seja, a do desejo, inerente ao ser humano, de redescobrir um estado inorgânico anterior à vida, Freud expande os limites da própria psicanálise ao postular, pela primeira, a existência de uma tendência destrutiva no ser humano.

















