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CARTAS DA TRINCHEIRA: Correspondência entre Guilherme de Almeida e sua musa (1932)
Coles
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CARTAS DA TRINCHEIRA: Correspondência entre Guilherme de Almeida e sua musa (1932) in Ottawa, ON
By None
Current price: $9.99


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Cartas da trincheira reúne a correspondência entre o escritor modernista Guilherme de Almeida (1890-1969) e sua mulher, Belkis Barrozo do Amaral (Baby, 1901-1988), durante a Revolução Constitucionalista de 1932, quando o poeta se alistou no 1º Batalhão da Liga da Defesa Paulista, na chamada "tropa dos doutores", sediada em Cunha. O leitor vivencia o ambiente da guerra, a censura no Correio Militar, a precariedade da comunicação telefônica, o atraso no recebimento das cartas e mensagens provavelmente cifradas. Sobressai a personalidade de Baby, oriunda da alta sociedade carioca, afirmando a sua independência, não se transferindo, naquela ocasião, para a casa da sogra, de acordo com os protocolos da época. Na Introdução são apresentados os dados dos missivistas e suas inserções no contexto sociocultural do período, marcadamente dos participantes modernistas. Pode-se tomar conhecimento também das redes de amizades, de trabalho, de acontecimentos circunstanciais ligados ao desempenho intelectual do poeta ativo nos jornais e no rádio. Amplia-se a fortuna crítica da epistolografia no século XX, por meio da apresentação de elementos significativos para o estudo das cartas de amor e da escrita epistolar feminina no Brasil, colocando em pauta questões de gênero. O livro traz, ainda, outros inéditos importantes, como, por exemplo, trechos do diário pessoal de Guilherme de Almeida, escrito durante o conflito.
Cartas da trincheira reúne a correspondência entre o escritor modernista Guilherme de Almeida (1890-1969) e sua mulher, Belkis Barrozo do Amaral (Baby, 1901-1988), durante a Revolução Constitucionalista de 1932, quando o poeta se alistou no 1º Batalhão da Liga da Defesa Paulista, na chamada "tropa dos doutores", sediada em Cunha. O leitor vivencia o ambiente da guerra, a censura no Correio Militar, a precariedade da comunicação telefônica, o atraso no recebimento das cartas e mensagens provavelmente cifradas. Sobressai a personalidade de Baby, oriunda da alta sociedade carioca, afirmando a sua independência, não se transferindo, naquela ocasião, para a casa da sogra, de acordo com os protocolos da época. Na Introdução são apresentados os dados dos missivistas e suas inserções no contexto sociocultural do período, marcadamente dos participantes modernistas. Pode-se tomar conhecimento também das redes de amizades, de trabalho, de acontecimentos circunstanciais ligados ao desempenho intelectual do poeta ativo nos jornais e no rádio. Amplia-se a fortuna crítica da epistolografia no século XX, por meio da apresentação de elementos significativos para o estudo das cartas de amor e da escrita epistolar feminina no Brasil, colocando em pauta questões de gênero. O livro traz, ainda, outros inéditos importantes, como, por exemplo, trechos do diário pessoal de Guilherme de Almeida, escrito durante o conflito.

















