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Crítica do Programa de Gotha
Coles
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Crítica do Programa de Gotha in Ottawa, ON
By None
Current price: $9.99


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Em 1875, Marx encaminhou a cidade de Gotha um conjunto de observacoes criticas ao programa do futuro Partido Social-Democrata da Alemanha, resultado da unificacao dos dois partidos operarios alemaes: a Associacao Geral dos Trabalhadores Alemaes, dirigida por Ferdinand Lassalle, e o Partido Social-Democrata dos Trabalhadores, dirigido por Wilhelm Liebknecht, Wilhelm Bracke e August Bebel, socialistas proximos de Marx. O projeto de programa proposto no congresso de uniao privilegiava as teses de Lassalle, o que suscitou criticas virulentas de Marx em forma de carta direcionada aos dirigentes. Sua oposicao devia-se nao a fusao dos partidos quanto a isso era da opiniao de que cada passo do movimento real e mais importante do que uma dezena de programas, mas ao estatismo exacerbado que ganhara espaco nas diretrizes do novo partido. Nem a favor do poder absoluto do Estado proposto por Lassalle, nem da ausencia de Estado proposta pelos anarquistas: a proposicao de Marx era a ditadura revolucionaria do proletariado, forma de Estado que teria lugar durante o periodo de transformacao revolucionaria que conduziria ao advento da sociedade comunista. Segundo ele, as cooperativas so tem valor na medida em que sao criacoes dos trabalhadores e independentes, nao sendo protegidas nem pelos governos nem pelos burgueses.
Em 1875, Marx encaminhou a cidade de Gotha um conjunto de observacoes criticas ao programa do futuro Partido Social-Democrata da Alemanha, resultado da unificacao dos dois partidos operarios alemaes: a Associacao Geral dos Trabalhadores Alemaes, dirigida por Ferdinand Lassalle, e o Partido Social-Democrata dos Trabalhadores, dirigido por Wilhelm Liebknecht, Wilhelm Bracke e August Bebel, socialistas proximos de Marx. O projeto de programa proposto no congresso de uniao privilegiava as teses de Lassalle, o que suscitou criticas virulentas de Marx em forma de carta direcionada aos dirigentes. Sua oposicao devia-se nao a fusao dos partidos quanto a isso era da opiniao de que cada passo do movimento real e mais importante do que uma dezena de programas, mas ao estatismo exacerbado que ganhara espaco nas diretrizes do novo partido. Nem a favor do poder absoluto do Estado proposto por Lassalle, nem da ausencia de Estado proposta pelos anarquistas: a proposicao de Marx era a ditadura revolucionaria do proletariado, forma de Estado que teria lugar durante o periodo de transformacao revolucionaria que conduziria ao advento da sociedade comunista. Segundo ele, as cooperativas so tem valor na medida em que sao criacoes dos trabalhadores e independentes, nao sendo protegidas nem pelos governos nem pelos burgueses.


















