
Give the Gift of Choice!
Too many options? Treat your friends and family to their favourite stores with a Bayshore Shopping Centre gift card, redeemable at participating retailers throughout the centre. Click below to purchase yours today!Purchase HereHome
Desconstruindo o Zika: A Pandemia que nunca existiu
Coles
Loading Inventory...
Desconstruindo o Zika: A Pandemia que nunca existiu in Ottawa, ON
By None
Current price: $12.99


By None
Desconstruindo o Zika: A Pandemia que nunca existiu in Ottawa, ON
Current price: $12.99
Loading Inventory...
Size: Kobo eBook
*Product information may vary - to confirm product availability, pricing, shipping and return information please contact Coles
Em 2015, uma pandemia viral explodiu no noticiário, apoiada por alarmes de saúde pública de que o flavivírus Zika — por décadas reconhecido como inofensivo — de repente era responsável pela microcefalia congênita (cabeças pequenas, intelecto diminuído). Especialistas alinhados à OMS recomendaram que as mulheres abandonassem o parto. Previsivelmente, seguiu-se um pânico em massa. Nenhuma doença médica humana jamais foi atribuída diretamente ao Zika — um quase gêmeo da Dengue, que por si só causa anualmente milhões de casos de "febre quebra-ossos" na América do Sul; nunca com qualquer microcefalia associada! Profissionais de pesquisa médica no Brasil trataram as alegações iniciais de Zika (e mais tarde microcefalia) com ceticismo — mas foram duas vezes sobrecarregados pelos pânicos em espiral prematuramente divulgados na mídia pelos cientistas locais. É chocante, em retrospecto, descobrir que literalmente zero (!) testes de Zika foram realizados e que a microcefalia não era firmemente definida nem contada anteriormente no Brasil. Felizmente, a pandemia de Zika fracassou sem cerimônia e silenciosamente — mas seu desaparecimento completo (até agora) não fez nada para derrubar a mensagem subjacente (provavelmente falsa) de que uma única infecção por Zika de uma única picada de mosquito no início da gravidez poderia danificar irrevogavelmente a vida acalentada. Ninguém na ciência, medicina ou mídia avançou para apontar a roupa nova do imperador — até agora.
Em 2015, uma pandemia viral explodiu no noticiário, apoiada por alarmes de saúde pública de que o flavivírus Zika — por décadas reconhecido como inofensivo — de repente era responsável pela microcefalia congênita (cabeças pequenas, intelecto diminuído). Especialistas alinhados à OMS recomendaram que as mulheres abandonassem o parto. Previsivelmente, seguiu-se um pânico em massa. Nenhuma doença médica humana jamais foi atribuída diretamente ao Zika — um quase gêmeo da Dengue, que por si só causa anualmente milhões de casos de "febre quebra-ossos" na América do Sul; nunca com qualquer microcefalia associada! Profissionais de pesquisa médica no Brasil trataram as alegações iniciais de Zika (e mais tarde microcefalia) com ceticismo — mas foram duas vezes sobrecarregados pelos pânicos em espiral prematuramente divulgados na mídia pelos cientistas locais. É chocante, em retrospecto, descobrir que literalmente zero (!) testes de Zika foram realizados e que a microcefalia não era firmemente definida nem contada anteriormente no Brasil. Felizmente, a pandemia de Zika fracassou sem cerimônia e silenciosamente — mas seu desaparecimento completo (até agora) não fez nada para derrubar a mensagem subjacente (provavelmente falsa) de que uma única infecção por Zika de uma única picada de mosquito no início da gravidez poderia danificar irrevogavelmente a vida acalentada. Ninguém na ciência, medicina ou mídia avançou para apontar a roupa nova do imperador — até agora.

















