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O mito do Papa de Hitler: Como Pio XII protegeu os judeus do nazismo
Coles
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O mito do Papa de Hitler: Como Pio XII protegeu os judeus do nazismo in Ottawa, ON
Current price: $12.99


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"O silêncio do Papa Pio XII durante o Holocausto era sinal de que ele aprovava as atrocidades nazistas. Por isso, merece o título de papa de Hitler": não é raro depararmos com uma afirmação como essa, mesmo em círculos de autoproclamados intelectuais. As acusações contra o Papa Pio XII volta e meia reaparecem na mídia, na escola, na universidade... O que o rabino norte-americano David G. Dalin demonstra nestas páginas é que essa ideia não passa de um mito grosseiro, propagado por pessoas mais preocupadas em arranhar a imagem da religião do que com a verdade. Apoiado em farta evidência histórica — documentos contemporâneos, pronunciamentos, testemunhos de colaboradores do papa e de sobreviventes —, o autor, também doutor em História, mostra que Pio XII não poupou esforços nem meios para salvar o maior número de pessoas possível (milhares delas) e que, ao fazê-lo, seguiu uma longa tradição de pontífices que sempre se mostraram amigos do Povo Escolhido, desde Gregório Magno (séc. VI) até os papas mais recentes.
"O silêncio do Papa Pio XII durante o Holocausto era sinal de que ele aprovava as atrocidades nazistas. Por isso, merece o título de papa de Hitler": não é raro depararmos com uma afirmação como essa, mesmo em círculos de autoproclamados intelectuais. As acusações contra o Papa Pio XII volta e meia reaparecem na mídia, na escola, na universidade... O que o rabino norte-americano David G. Dalin demonstra nestas páginas é que essa ideia não passa de um mito grosseiro, propagado por pessoas mais preocupadas em arranhar a imagem da religião do que com a verdade. Apoiado em farta evidência histórica — documentos contemporâneos, pronunciamentos, testemunhos de colaboradores do papa e de sobreviventes —, o autor, também doutor em História, mostra que Pio XII não poupou esforços nem meios para salvar o maior número de pessoas possível (milhares delas) e que, ao fazê-lo, seguiu uma longa tradição de pontífices que sempre se mostraram amigos do Povo Escolhido, desde Gregório Magno (séc. VI) até os papas mais recentes.

















