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Tecendo deslocamentos: Relações de gênero, práticas produtivas e organizativas entre trabalhadoras rurais
Coles
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Tecendo deslocamentos: Relações de gênero, práticas produtivas e organizativas entre trabalhadoras rurais in Ottawa, ON
By None
Current price: $24.99


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Size: Kobo eBook
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Este livro – uma profunda e cuidadosa imersão no mundo das trabalhadoras rurais do leste de Minas Gerais – é indicado para todas as pessoas que têm interesse em conhecer mais de perto as complexas relações que conformam este universo. O tema principal é a vida e o trabalho dessas mulheres, lutadoras incessantes pelo fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia, que, ao participar de processos coletivos de enfrentamento e disputas, se descobrem também feministas. A partir das conversas e do acompanhamento do dia a dia dessas agricultoras – tantas vezes negligenciadas pela sociedade, pelo mundo político e mesmo pela academia – vamos ser convidadas a conhecer os seus processos decisórios, seus dilemas, sonhos e perspectivas. Também vamos ter acesso às analises que elas próprias fazem das dificuldades que enfrentam e das alegrias que sentem ao encontrar o seu espaço no mundo, ver o seu trabalho e a sua luta ser reconhecidas. Vamos conhecer de perto suas experiências de organização política, em toda a sua diversidade, nas comunidades, nos grupos de igreja, em sindicatos e em movimentos sociais nacionais e internacionais. Seja na luta pela terra, contra megaprojetos (como a mineração), nas disputas com os maridos sobre a melhor forma de produzir (para que não usem venenos nas plantações, por exemplo), ou promovendo uma agricultura diversificada em contraposição à monocultura, elas estão imprimindo a sua marca na construção de um modelo alternativo de desenvolvimento rural. Nos deslumbramos com o rico caleidoscópio que resulta das trajetórias dessas agricultoras. São mulheres plenas de sabedoria vital, que, nos espaços em que transitam, estão tecendo seus deslocamentos, mudando as relações de poder, crescendo como pessoas e como lideranças, protagonistas absolutas de suas próprias vidas. A autora, com uma sólida formação antropológica, e, ao mesmo tempo, um profundo compromisso social e político com as lutas feministas, nos oferece um texto forte e consistente, sem cair em qualquer universalismo ou idealização. Emma Siliprandi
Este livro – uma profunda e cuidadosa imersão no mundo das trabalhadoras rurais do leste de Minas Gerais – é indicado para todas as pessoas que têm interesse em conhecer mais de perto as complexas relações que conformam este universo. O tema principal é a vida e o trabalho dessas mulheres, lutadoras incessantes pelo fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia, que, ao participar de processos coletivos de enfrentamento e disputas, se descobrem também feministas. A partir das conversas e do acompanhamento do dia a dia dessas agricultoras – tantas vezes negligenciadas pela sociedade, pelo mundo político e mesmo pela academia – vamos ser convidadas a conhecer os seus processos decisórios, seus dilemas, sonhos e perspectivas. Também vamos ter acesso às analises que elas próprias fazem das dificuldades que enfrentam e das alegrias que sentem ao encontrar o seu espaço no mundo, ver o seu trabalho e a sua luta ser reconhecidas. Vamos conhecer de perto suas experiências de organização política, em toda a sua diversidade, nas comunidades, nos grupos de igreja, em sindicatos e em movimentos sociais nacionais e internacionais. Seja na luta pela terra, contra megaprojetos (como a mineração), nas disputas com os maridos sobre a melhor forma de produzir (para que não usem venenos nas plantações, por exemplo), ou promovendo uma agricultura diversificada em contraposição à monocultura, elas estão imprimindo a sua marca na construção de um modelo alternativo de desenvolvimento rural. Nos deslumbramos com o rico caleidoscópio que resulta das trajetórias dessas agricultoras. São mulheres plenas de sabedoria vital, que, nos espaços em que transitam, estão tecendo seus deslocamentos, mudando as relações de poder, crescendo como pessoas e como lideranças, protagonistas absolutas de suas próprias vidas. A autora, com uma sólida formação antropológica, e, ao mesmo tempo, um profundo compromisso social e político com as lutas feministas, nos oferece um texto forte e consistente, sem cair em qualquer universalismo ou idealização. Emma Siliprandi

















